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Overview

  • 2 references
  • Fluent in English, Spanish; learning German
  • 62, Male
  • Member since 2017
  • Psychoanalyst, Clinical supervisor.
  • Bachelor degree in Natural Sciences, graduating in Biome...
  • From Teófilo Otoni, Minas Gerais, Brazil
  • Profile 100% complete

About Me

It's always very difficult to describe or talk about yourself, especially because the perspective I see myself from is not the same as the way others see me. I think I'm a nice guy, easy to work with, honest and sincere. I am strong and fragile at the same time, I allow myself to see and expose my weaknesses without fear of criticism from others. I have opened myself up to new experiences in life in every way, from the simplest things to the most complex and with this, I experience new sensations. Open mind, I don't judge anyone but I observe a lot. The other tells me more about him with what he does and shows than what he says. I also imagine this in myself, my actions reveal it to me. I feel lacking in affection and I still have big dreams to make them come true. I see a side in me that always wants to help. I love animals and I can't live without them. They are my biggest concern when I travel.

Sempre é muito complicado descrever ou falar de si mesmo, até porque a perspectiva que me vejo não é a mesma que o outro me vê. Eu me acho um cara legal, de fácil trato, honesto e sincero. Sou forte e frágil ao mesmo tempo, me permito ver e expor minhas fragilidades sem medo da crítica do outro. Tenho me aberto a novas experiências na vida em todos os sentidos, das coisas mais simples às mais complexas e com isto, vivencio novas sensações. Mente aberto, não julgo ninguém mas observo muito. O outro me fala mais dele com o que faz e mostra do que do que diz. Imagino isto também em mim, minhas ações me revelam. Sinto me carente de afeto e ainda tenho grandes sonhos para torná-los realidade. Vejo em mim um lado que quer ajudar sempre. Amo animais e não consigo viver sem eles. São minha maior preocupação quando viajo.

Why I’m on Couchsurfing

Before the pandemic, I used to be more active on Couchsurfing. Through contacts here, I met an incredible couple in Berlin who showed me around a lot of the city. I had already made three or four trips to Europe and I thought that Couchsurfing would be a way to meet people and create bonds around the world. The pandemic came and I didn't travel again until 2022 when I returned to Europe. I passed through Brussels, Hamburg and Berlin. Berlin has always been my passion. On the first stage of the trip, a Brazilian friend who was living in Portugal met me in Brussels and we spent four incredible days together. We didn't get separated for anything. Soon I went to Berlin and he returned to Lisbon. The rest of the trip was harrowing. I had never experienced the feeling of being far from home but with a friend who gave me all the support. I passed through Hamburg without enjoying anything and in Berlin, a city that I love, I was counting the days until I returned to Brazil. In November of that year (2023) I returned to Europe. The itinerary was Vienna, Bratislava and Budapest in 15 days. I had big problems with my luggage on KLM. I hate landing at Schiphol, a huge, disorganized airport full of racist and rude employees. My luggage stayed at the stopover in Amsterdam. The days I spent in Vienna seemed depressing. At the hostel, people barely greeted each other. I felt completely lonely. For one night I met two companions and we went for a beer together. I asked myself all the time, where was that part of me that always preferred to travel alone and I was always a reference for other friends who didn't have the courage to venture out into the world alone. That part of me had abandoned me and I was deeply distressed and lonely. I decided to stop the trip halfway through. I didn't go to Bratislava, nor to Budapest. I was unable to advance my ticket and bought another ticket to return on the seventh day of the trip. So I decided to turn to Couchsurfing again, not to stay at someone's house, but to have people to be with on the next trip. Maybe even plan the trip together with someone who has the same intention. Traveling is great, but even better when you have people around you to have fun, talk to and count on. I no longer want to feel like I did in Vienna. I still don't have an itinerary for the next trip, maybe Europe or Canada or if someone wants to plan with me, we can rethink places to visit. I feel that after the pandemic, people isolated themselves more, there is no longer the same spontaneity as before. This is the reason for my return to Couchsurfing.

Antes da pandemia, eu era mais ativo no Couchsurfing. Através de contatos aqui, conheci um casal incrível em Berlim que me mostrou grande parte da cidade. Já tinha feito três ou quatro viagens à Europa e pensei que o Couchsurfing seria uma forma de conhecer pessoas e criar laços pelo mundo. Veio a pandemia e só voltei a viajar em 2022, quando voltei para a Europa. Passei por Bruxelas, Hamburgo e Berlim. Berlim sempre foi minha paixão. Na primeira etapa da viagem, um amigo brasileiro que morava em Portugal me encontrou em Bruxelas e passamos quatro dias incríveis juntos. Não nos separamos por nada. Logo fui para Berlim e ele voltou para Lisboa. O resto da viagem foi angustiante. Nunca tinha experimentado a sensação de estar longe de casa e sim com um amigo que me deu todo o apoio. Passei por Hamburgo sem aproveitar nada e em Berlim, cidade que adoro, contava os dias para voltar ao Brasil. Em novembro daquele ano (2023) voltei para a Europa. O roteiro foi Viena, Bratislava e Budapeste em 15 dias. Tive grandes problemas com minha bagagem na KLM. Detesto aterrissar em Schiphol, um aeroporto enorme e desorganizado, cheio de funcionários racistas e rudes. Minha bagagem ficou na escala em Amsterdã. Os dias que passei em Viena pareceram-me deprimentes. No albergue, as pessoas mal se cumprimentavam. Eu me senti completamente sozinho. Por uma noite conheci dois companheiros e fomos tomar uma cerveja juntos. Eu me perguntava o tempo todo onde estava aquela parte de mim que sempre preferiu viajar sozinha e sempre fui referência para outros amigos que não tinham coragem de se aventurar sozinho pelo mundo. Essa parte de mim havia me abandonado e eu estava profundamente angustiado e solitário. Decidi parar a viagem no meio do caminho. Não fui a Bratislava, nem a Budapeste. Não consegui adiantar minha passagem e comprei outra para voltar no sétimo dia de viagem. Então decidi recorrer novamente ao Couchsurfing, não para ficar na casa de alguém, mas para ter pessoas com quem estar na próxima viagem. Talvez até planeje a viagem junto com alguém que tenha a mesma intenção. Viajar é ótimo, mas melhor ainda quando você tem pessoas ao seu redor para se divertir, conversar e contar. Não quero mais me sentir como em Viena. Ainda não tenho um roteiro para a próxima viagem, talvez Europa ou Canadá ou se alguém quiser planejar comigo podemos repensar lugares para visitar. Sinto que depois da pandemia as pessoas se isolaram mais, não existe mais a mesma espontaneidade de antes. Esta é a razão do meu retorno ao Couchsurfing.

Interests

  • pets
  • coffee
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  • reading
  • gay
  • nudism
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  • reading books
  • theatre
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  • new cultures
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  • animal defense
  • seashore
  • lgbtqia+ rights
  • tantric massage

Music, Movies, and Books

Pop, electronic and some others.
Nowadays, I have listened Havasi, a Hungarian composer and etnical songs
Movies: Les un et les autres ( retratos da vida), Betty Blue,
Nuovo Olimpo; Maestro in blue (a greek serie)
Tom in the farm.

One Amazing Thing I’ve Done

I help protect abandoned animals and seek adoption for them.

Ajudo a proteger animais abandonados e buscar adoção para eles.

Teach, Learn, Share

There is always something to teach from lived experiences, joys and pains. I always learn when I allow others to be who they really are and thus I become who I really am, not who I would like to be. I share life, memories, love and everything I feel, which no one can take away from me, so I can share without fear.

Sempre há algo a ensinar das experiências vividas, das alegrias e das dores. Aprendo sempre quando permito ao outro ser quem ele realmente é e assim me torno quem realmente sou, não quem eu gostaria de ser. Compartilho a vida, as memórias, o amor e tudo aquilo que sinto, o que ninguém pode me tirar, por isto posso compartilhar sem medo.

What I Can Share with Hosts

My culture and some stories from my life. Helping them in some home works.
Minha cultura e algumas histórias da minha vida. Ajudá-los em alguns trabalhos de casa.

Countries I’ve Visited

Argentina, Austria, Belgium, Chile, Czech Republic, Germany, Hungary, Italy, Netherlands, Slovakia, Uruguay

Countries I’ve Lived In

Brazil

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